Água Negra
Finalmente, o cinema brasileiro deixou de ser só um meio de contestação. Desde que o filme Central do Brasil, de Walter Salles, foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, os profissionais brasileiros da 7º arte passaram a ser mais valorizados e mais bem pagos.Agora, mais uma vez, Walter Salles abre novas portas para o país- as de Hollywood. Tudo por causa que o cineasta dirigiu um filme na indústria cinematográfica americana. Água Negra, remake do terror Japonês criado por Hideo Nakata (Ringu- O Chamado), conta a história de mãe e filha (respectivamente Jennifer Connelly e Ariel Gade) que mudam para um apartamento com problemas de vazamento no teto. A tensão do filme está em descobrir o como e o porquê da água negra. Mas isso é o menos importante, já que Salles provou que sabe trabalhar com filmes de qualquer gênero, dirigir bem qualquer tipo de ator (desde os experientes aos novos talentos) e que, com recurso, cineastas de todo o mundo podem produzir longas de qualidade. E pode ter certeza que, através das cenas com cores esverdeadas, Água Negra garante bons sustos.






Que criança nunca teve vontade de entrar em uma sala onde tudo fosse comestível, ou o desejo de que existisse um chiclete que substituísse as refeições do dia, ou ainda quis entrar dentro de uma TV? Pois, na nova versão cinematográfica da obra de Roald Dahl “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, tudo é possível. Além de ter um visual incrível (para mostrar dois mundos completamente distintos, o lado de fora da fábrica de Will Wonka é acinzentado e dentro há cores vibrantes), o diferencial do longa está no fato de a história agradar tanto às crianças quanto aos adultos. Também devido aos atores mirins - Freddie Highmore. Julia Winter, Jordan Fry, Annasophia Robb e Philip Wiegratz - desempenharem tão bem seus papéis e Johnny Deep dar um show de interpretação como o estranho Willy Wonka.